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Aplicativo ajuda produtor rural a se adequar ao Código Florestal

AplicativoO aplicativo #Quanto é? Plantar Floresta foi criado com o objetivo de auxiliar no reflorestamento e conscientizar a população para a importância de um futuro sustentável e foi desenvolvida pelo Instituto Escolhas.

A iniciativa busca estimar o valor necessário para restaurar a área de floresta nas propriedades rurais brasileiras. A plataforma teve como base os estudos da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura.

A restauração das florestas está na pauta do governo brasileiro. Durante a 21ª Conferência do Clima (COP 21), realizada em Paris, no ano passado, o governo se comprometeu a recuperar 12 milhões de hectares de florestas até 2030.

Sobre a plataforma, suas vantagens e utilidades, o Brasil Rural desta segunda-feira (24) entrevistou o diretor do Instituto Escolhas, Sérgio Leitão. Ele explicou que a ferramenta é muito simples e ajuda os proprietários rurais a adequarem suas terras ao Código Florestal.

Confira a íntegra da entrevista no player acima.

O Brasil Rural vai ao ar de segunda a sexta-feira, de 6h às 7h, sábado, às 7h, e domingo, às 6h, pela Rádio Nacional AM de Brasília. A apresentação é de Marcelo Ferreira.

SOBRE A PLATAFORMA

Esta plataforma serve para estimar o investimento para recuperar uma floresta em uma área e a receita que essa floresta poderia gerar.

Ela foi inspirada no estudo que o Instituto Escolhas realizou para a Coalização Brasil, Clima, Florestas e Agricultura, que estimou o investimento que o Brasil teria que fazer para cumprir uma das metas apresentadas na Conferência do Clima de 2015 em Paris – a de restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares até 2030.

A plataforma pretende, ainda, ajudar proprietários rurais que precisam adequar suas propriedades ao Código Florestal, recuperando passivos florestais, fazendo o cálculo do quanto precisa investir para isso.

O Instituto Escolhas oferece, com a Plataforma, um serviço, disponibilizado gratuitamente, que procura demonstrar que plantar floresta não precisa ser visto como custo nem ônus, e sim um investimento no futuro sustentável do Brasil.

Fonte: Empresa Brasil de Comunicação S/A – EBC



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